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Séries Final Fantasy

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Séries Final Fantasy

Mensagem por YxDiogoxY em Sab Jul 30, 2011 2:10 pm

Lançamento originalPlataformas
18 dezembro de 1987Famicom (1987)

MSX2 (1989)
GêneroWonderSwan Color (2000)
Role-playing gamePlaystation (2002)

Game Boy Advance (2004)
SérieMobile phone (2004)
PrincipalPlayStation Portable (2007)

Wii Virtual Console (2009)
Modos de jogoPlaystation Network (2009)
Single-playeriOS (2010)


Final Fantasy foi lançado originalmente
para Famicom (conhecido como NES ou Nintendo-8 bits no ocidente) pela
Square Co., Ltd. O primeiro jogo da série teve um time de
desenvolvimento pequeno - o que era normal para a época - mas que se
revelariam talentosos. Hironobu Sakaguchi foi o cabeça do projeto, que
se inspirou em outros RPGs que fizeram sucesso na época, como Dragon
Quest. A idéia deu tão certo que o jogo se transformou na série que
perdura até os tempos atuais.



Apesar do nome Final Fantasy ser
atribuído ao fato de ter sido uma última cartada da Square, que estava à
beira da falência, o nome "Final" no começo não fora bem aceito pelos
desenvolvedores. Um dos nomes cogitados seria Fighting Fantasy, mas por
motivos de patente tiveram que optar por outra escolha. Mas o jogo
deixou claro que de "Final" não tinha nada. Final Fantasy fez sucesso
não só no Japão quanto nos Estados Unidos, que normalmente não se veem
acostumados com RPGs orientais.

Nas últimas duas décadas, o jogo recebeu vários remakes e ports pra diversos sistemas, incluindo os computadores MSX e celulares. Algumas vezes acompanhado de seu sucessor Final Fantasy II, a compilação dos dois fora lançado para o próprio Famicom, Game Boy Advance e Playstation Portable. Seu port mais recente foi lançado como aplicativo para os sistemas iOS da Apple (iPhone, iPod Touch, iPad).








História (contém spoilers)




O primeiro jogo da série apesar de ter
uma história simples para nós hoje, na época foi uma evolução nos
enredos de games, em uma época onde Mario Bros. era o sucesso do
momento. O jogo tem como foco principal o surgimento dos quatro Light
Warriors (Guerreiros da Luz) com o objetivo de restaurar os quatro
cristais que garantem a estabilidade do planeta, como fora profetizado
por Lukahn: "Quando escuridão velar o mundo, quatro Guerreiros da
Luz devem vir. Se eles não conseguirem reunir os pedaços da luz, a
escuridão irá consumir tudo. Os quatro Cristais nunca irão brilhar de
novo..."
.

Os quatro protagonistas não possuem
nenhuma personalidade podendo dar nomes livremente a eles. Chegando no
reino de Cornelia, o rei pede para que salvem sua filha - a princesa
Sarah - das mãos de Garland. No local do sequestro derrotam o espadachim
traidor, que é salvo e enviado há 2000 anos atrás pelos quatro demônios
que o corromperam. Ao chegar no passado, Garland manda os demônios ao
futuro para causar o caos, criando um loop no tempo sem fim, garantindo a
existência de Garland e as quatro bestas eternamente.



Tiamat é enviado há 400 anos antes do tempo atual da história, e
quase extingue a civilização de Lufenia, se apoderando do Flying
Fortress e do cristal do vento. Kraken chega 200 anos depois e afunda o
templo de Onrac, possuindo o cristal da água. Lich e Kary (Marilith nos remakes)
chegam anos mais tarde. Lich controla o cristal da terra, enquanto Kary
toma o cristal do fogo para si. Assim o mundo entra em caos, os ventos
morrem, os mares ficam enfurecidos, o solo apodrece, entre muitas outras
catástrofes.

Para a cronologia completa leia este artigo.








Gameplay




Como o jogo conta com personagens genéricos, você tem a liberdade de escolher entre seis classes
para cada um dos quatro Light Warriors, havendo uma variação de 30
possibilidades para compor um time. Como era de costume na época, os
personagens eram representados mais pelas suas habilidades em batalha do
que por personalidades próprias. Cada classe possui uma característica
que o difere das outras, fazendo com que o jogador crie táticas na
escolha de seu time.



As seis classes são Fighter (nos remakes foi rebatizado como Warrior), Black Belt (posteriormente conhecido como Monk nos remakes), Thief, Black Mage, White Mage e Red Mage. Além disso, o jogo conta com uma quest
opcional para evoluir as classes, permitindo a utilização de
equipamentos e armas ainda mais poderosas. As seis classes evoluídas são
Knight, Master, Ninja, Black Wizard, White Wizard e Red Wizard. Foi o
primeiro sistema de jobs visto na série, ressurgindo em jogos futuros como em Final Fantasy III e em Final Fantasy V.

O sistema era composto por quatro modos de gameplay: mapa mundi, onde você viaja pelos continentes e oceanos do jogo; cidades ou dungeons,
onde você poderia conversar com pessoas e encontrar itens em baús;
batalha, cenário onde você combate com monstros e seus inimigos; e tela
de menu, onde você poderia acessar o estado de cada personagem e seus
itens por exemplo.



As batalhas em sua maioria são geradas
aleatoriamente pelo mapa mundi ou dentro de cavernas, exceto as batalhas
contra chefes. Ao contrário de Dragon Quest e Ultima que possuem
batalhas um contra um, os quatro protagonistas de Final Fantasy podem
confrontar até nove inimigos de uma vez. Outra diferença do jogo é a
posição que os combatentes se apresentam na tela de batalha, em vez de
visão em primeira pessoa com monstros frente a tela, em Final Fantasy
temos os protagonistas aparecendo do lado direito e os monstros do lado
esquerdo. Essa visão se tornou padrão pra muitos jogos de RPG a partir
daí.








Desenvolvimento




Seguindo os moldes de Dragon Quest,
Hironobu Sakaguchi deu sua súltima cartada para tirar a Square da lama,
que até então só produzia jogos com fracassos de venda. A equipe era
composta, além dele, por Yoshitaka Amano que se encarregou de criar o design dos personagens e monstros, Nobuo Uematsu compondo as músicas, Akitoshi Kawazu como co-designer, Nasir Gebeli como programador e Kenji Terada na produção dos cenários.

O jogo tornou-se a segunda franquia de
RPG mais aclamada pelos japoneses, ficando atrás somente de sua própria
inspiração: Dragon Quest da Enix. Com o sucesso de Dragon Quest em
território norte-americano, lá lançado como Dragon Warrior, a Square
decidiu seguir o embalo com o apoio de marketing da Nintendo. E assim
foi feito, em 1990 a série estreia oficialmente no ocidente.

Final Fantasy foi o jogo mais refeito da série, ganhando remakes e ports que aumentaram significativamente seus gráficos e adição de extras para os fãs mais ferverosos. O primeirto port
saiu para o MSX2 em 1989, sem muitas mudanças além de cores diferentes e
mudanças nas batalhas aleatórias. Mas esta versão possui algumas
limitações por ter sido lançado em disquete, havendo problemas com
carregamento e saves.



Mais de uma década após seu lançamento, o jogo ganha um remake para Wonderswan Color, com direito a gráficos mais bem trabalhados, revisão do script, cenas novas, músicas novas e até um logo seguindo o padrão que surgiu a partir de Final Fantasy IV. Este remake serviu de base para uma compilação lançada em 2003 para Playstation, junto com seu sucessor Final Fantasy II,
chamada Final Fantasy Origins. Os gráficos continuaram trabalhados, mas
agora em maior resolução. As músicas tiveram uma qualidade muito
superior usando a tecnologia de audio da Sony. Cenas em computação
gráfica e uma seção de bestiário com informações e artes de cada monstro foram as adições mais significativas desta versão.



No ano seguinte, outra compilação com os
dois primeiros games da série foi lançado para Game Boy Advance,
chamado aqui no ocidente de Final Fantasy I & II Dawn of Souls.
Apesar de esta versão não contar com as CGs avançadas da versão de
Playstation, um longo extra foi adicionado chamado Soul of Chaos.
Neste extra você poderia explorar quatro dungeons novas, cada uma
homenageando um jogo diferente da série (Final Fantasy III, IV, V e VI).
E a homenagem se dava no confronto com os chefes mais conhecidos de
cada jogo como Gilgamesh de Final Fantasy V e Ultros de Final Fantasy VI.

Completando 20 anos da série, a Square-Enix decide então refazer mais uma vez o jogo de origem, dessa vez
para o PSP. Final Fantasy 20th Anniversary Edition foi lançado em 2008
com gráficos em alta resolução e muito superiores a todas as outras
versões lançadas até então, e um novo logo foi criado. Além do jogo
contar com todos os extras das versões de Playstation One e Game Boy
Advance, mais uma dungeon nova foi adicionada - The Labyrinth of Time -
com uma dificuldade ainda maior e um novo super chefe de
codinome Chronodia.



Sua ultima versão deu as caras nos
aplicativos da Apple, bem parecida com a versão de PSP mas com algumas
funções próprias para os aparelhos como jogabilidade à toque na tela e
um Quick Save para você salvar o jogo em qualquer ponto que
esteja ao receber uma ligação ou verificar a home, retornando no ponto
salvo assim que voltar para o jogo.






Plataformas: Nintendo Enternainment System, WonderSwan Color, Playstation, Game Boy Advance.
Lançamento Japonês: 1988 (17 de dezembro)
Lançamento Americano: 2003 (Na compilação Final Fantasy Origns)


Em um mundo
além do horizonte
O último pedaço de paz estava
para terminar
O imperio de Palakia
começou a consquistar o mundo
invocando demonios.
... 4 jovens de Fin
perderam suas famílias...
E tentam escapar
da perseguição dos inimigos....

A
mesma equipe do primeiro faz o segundo jogo e melhora a
caracterização dos personagens, dando falas exclusivas e
personalidades para cada um deles alem de um roteiro um pouco
mais complexo que o primeiro. A idéia de lançar Final
Fantasy II nos EUA em 1991 foi cogitada, e um cartucho
protótipo foi feito para o jogo totalmente traduzido, no
entanto, o projeto foi cancelado para dar chances ao mais novo Final
Fantasy da época (Final Fantasy IV). FFII teria o subtitulo de
“Dark Shadow over Palakia”. Dizem que o que teria ocorrido
era um desentendimento com a Square dos EUA, e isso teria também
influenciado o “não” lançamento de Final Fantasy
III para o ocidente. O jogo nunca foi lançado fora da Ásia na
sua forma original. Vários “remakes” foram feitos, para GBA,
Sony Playstation entre outros e só em 2003 o jogo veio para o
ocidente através dos remakes. FFII também ganhou uma versão
para o Family Computer Disk System mas não foi licenciada
pela Square.


Final
Fantasy II começou a se firmar com uma história cada vez
mais bem trabalhada, personagens marcantes, e também por ter
sido o primeiro a implantar elementos que depois nós veríamos
em todos os Final Fantasy, como Chocobos, e um personagem de
nome Cid. Inovou pelo fato de não possuir level, os
personagens evoluíam através de um sistema diferente, onde
quanto mais você usa sua espada, mais você ganha força. Para
alguns um sistema irritante, e cansativo, mas muito inovador.
Tem gente que até hoje pensa que Final Fantasy X foi o
primeiro a não ter level. Um sistema semelhante a esse de
FFII foi adotado na série SaGa da Square. Esse jogo foi na
realidade desenvolvido por Akitoshi Kawazu, criador da série
SaGa.

Por causa da popularidade de Final Fantasy durante os
anos 90, Final Fantasy II foi um dos primeiros jogos a ter
tradução feita por fãs da série pelo grupo NeoDemi Force.


Firion,
Gus, Maria e Leon são quatro personagens principais que
agora passam a ter não só nome, mas uma história própria.
Em sua vila, onde os quatro moravam, inclusive seus familiares,
todos foram mortos pelo império de Palamecia. Hilda, rainha
do reino de Altair, resgata os heróis e se junta ao grupo na
empreitada de vingar a morte de seus pais. O jogo não virou
apenas uma luta entre os impérios, mas uma busca pelo irmão
desaparecido de Maria (Leon), que sumiu logo após eles
fugirem do ataque do império de Palamecia. No final de sua
jornada, os heróis derrotam o Imperador mas notam que ele
ressurgiu do submundo como o comandante do Inferno..


Além
do sistema de evolução de personagens, Final Fantasy II
contava também com outro sistema inovador, o de palavras-chave.
Com ele você tinha que decorar algumas palavras especificas e
usá-las sabiamente em algum momento da história em busca
de cumprirem objetivos.









Plataformas: Nintendo Enternainment System, Nintendo DS.
Lançamento Japonês: 1990 (27de abril)
Lançamento Americano: Não houve

Ainda produzido
pela mesma equipe, FFIII trás novamente a história de quatro
jovens como base do roteiro principal. Final Fantasy III foi o
primeiro a implantar um sistema jobs aperfeiçoado e mais
complexo que em FFI. Foi um dos maiores rpgs lançados para o
“Nintendinho” e um dos FF mais conceituados no oriente. Ele
lançou vários elementos conhecidos na série como as Summons,
Fat Chocobo e Moogles. O jogo nunca teve uma versão
americana, em 2005 a Square-Enix anunciou estar fazendo um
remake de Final Fantasy III para o portátil da Nintendo, o
Nintendo DS, mas nada foi dito sobre uma versão americana. O
presidente da Square afirmou que já havia planos de lançar um
remake dessa versão, mas por várias complicações isso nunca
foi feito.

Uma das
complicações referidas foi na versão para WonderSwan Color,
pouco conhecido aqui no ocidente, mas era um portátil da
Bandai. O jogo começou a ser produzido para o portátil, mas
devido à própria morte do console, o lançamento nunca
ocorreu, ainda assim a Bandai queria que a Square o lançasse.
Muito mais tarde a Nintendo queria uma versão de FFIII para o
Game Boy Advance, mas a Square tinha projetos demais na
fila.

Em 1999 Final Fantasy III teve uma tradução não oficial para o inglês por Neill Corlett e Alex W. Jackson.

A versão para Nintendo DS será lançada em 2006, o produtor
executivo de Final Fantasy XI está cuidando do projeto, e
membros da “staff” original estão juntos, como Kazuhiko Aoki e
Koichi Ishii estão supervisionando o projeto para que o jogo
fique com os padrões do original. O jogo será totalmente em
3D, será o primeiro “remake de verdade” que um Final Fantasy
recebe. No entanto, ao que parece, os cenários serão iguais
ao original, só transportados para o 3D. Akihiko Yoshioda é
quem está por trás do “character design”, agora os
personagens serão 3 homens e uma mulher. Os nomes que se tem
noticia são: Lunes, Alku Lefia e Ingus. Todos os personagens
terão nova personalidade e também uma nova história, no
entanto, a história principal do jogo não será mudada.

Há muitos anos Noah, um arquimago muito poderoso concedeu suas
técnicas para três jovens estudantes. A Dorga ele concedeu
o reino da magia, a Unne o reino dos sonhos e a Zande o reino dos
humanos. No entanto, o poder se tornou a cegueira de Zande
que passou a desejar dominar os três reinos.
Muitos anos
depois, quatro heróis por brincadeira foram parar no Templo
do Cristal de Vento. Em meio a esse fenômeno, os jovens
guerreiros conhecem a história de Noah e encontram uma feiticeira
chamada Elia. Juntos, são incumbidos de restabelecer o equilíbrio
entre o bem e o mal e acabar com o terrível Zande.


Eles combatem o mal no mundo e descobrem que o continente voador onde
vivem é apenas uma pequena parte de um planeta submerso em
água. Com a ajuda da feiticeira Elia e o cristal da água,
eles salvam o mundo e viajam até a torre de cristal.

eles lutam contra o feiticeiro Zande, supostamente a fonte do
mal no mundo. Só que ao derrotá-lo, eles são atacados e
vencidos pela Nuvem da Escuridão. Eles seguem essa entidade
demoníaca até o Mundo Negro, onde devem combater os quatro
cavaleiros negros: cópias malvadas deles mesmos - para então
enfrentar a perversa entidade.

Alguns jogos da Square fazem
referencias a FFIII. Como “Chocobo Racing” que usa varias
musicas do jogo, incluso a abertura e FFIX que tem itens
especiais chamados ”Doga`s Artifact” e “Une`s Mirror”.


















Plataformas: Super Famicom, WonderSwan Color, Playstation, Game Boy Advance.
Lançamento Japonês: 1991 (19 de abril)
Lançamento Americano: 1991 (23 de novembro, como FFII), 2001 em Final Fantasy Chronicles para Playstation.

Inicialmente FFIV
era para ser desenvolvido para o Nintendinho, mas veio para
os 16 bits devido a insistência da Nintendo. Aqui Hiromichi
Takada sai da direção e entra Yoshinori Kitase.


Final Fantasy IV marca muitas novas coisas na série Final Fantasy,
começando pelos personagens cada vez mais trabalhados, e também
pela capacidade do novo console de 16-bits. As múscas de Nobuo
Uematsu em FFIV são consideras as melhores por muitos fãs
e críticos.

A história fica mais focada no enredo que aumenta mais em profundidade e drama.

O sistema de jogo muda completamente, e é adicionado o famoso
Active Time Battle System (ATB). Que ficaria então famoso e usado
em praticamente todos os outros FFs, e copiado até mesmo por
muitos outros RPGs. O sistema de habilidade é considerado um
dos mais simples de toda a série. Final Fantasy IV é um
jogo bastante linear na maior parte do tempo, você só chega
no fim por um caminho. No entanto, algumas quests podem ser feitas.
Existe uma quest, onde você encontra uma sala secreta, dentro
dessa sala existem personagens que representam os programadores
do jogo. No subsolo do castelo de Baron, existe um inimigo,
que, se for derrotado, pode ser invocado como aliado depois.

O protagonista desse capítulo é Cecil, um cavaleiro negro
responsável por vários crimes em nome de seu reino, mas que
se arrepende de seus pecados.
Os personagens de Final Fantasy IV
fazem parte do primeiro elenco da série realmente memorável,
todos são extremamente carismáticos e tem seus momentos
marcantes.

Do lado da vilania temos Golbez um dos vilões mais
odiados de toda a série. Ele acaba manipulando Kain para
trair e tentar matar seu melhor amigo, Cecil.

Este foi o primeiro game onde os
Chocobos tinham varias raças, os amarelos, corredores,
brancos, que curam o MP e os negros, que voam. Foi também, o
único a por 5 personagens por batalha ao mesmo tempo.

A versão americana foi extremamente criticada por sua tradução
que tirou qualquer tipo de referência que pudesse irritar mães
de jogadores mais novos, assim como facilitar incrivelmente o jogo.

Ele inicialmente seria lançado para o GBA mas foi lançado
antes para o WonderSwan Color, que se mostrou muito limitado e nem a
Square achava que o portatil suportaria rodar o jogo. Só agora
FFIV veio para o GBA.








Plataformas: Super Famicom, Playstation, Game Boy Advance (breve)
Lançamento Japonês: 1992 (6 de Dezembro)
Lançamento Americano: 1999 (19 de Março, na compilação Final Fantasy Anthology).

Foi o primeiro
Final Fantasy a implantar o uso de Kanjis (escrita japonesa).
Antes dele, todos os jogos da série usavam o alfabeto
Hiragana por causa da limitação de espaço pros personagens. O
jogo está para ser lançado para Game Boy Advance, ainda em
2006. O anime Final Fantasy: Legend of the Crystals serve
como uma seqüência dos eventos do jogo.

O sistema de jobs está
mais presente do que nunca em FFV, com diversos jobs, onde
você podia trocar a qualquer momento que quisesse para outro
job qualquer. No total eram 22 jobs. Conforme a história ia
avançando, novos jobs iam sendo habilitados. Uma forma separada
de experiência foi adicionada, o ABP foi criado para o
desenvolvimento do level de cada job. O sistema de luta usado
foi o ATB, agora pela primeira vez com uma barra onde o
tempo poderia ser visto.

O jogador tem a chance de personalizar
cada guerreiro com as perícias desejadas. O sistema foi tão
apreciado que pedaços dele estão presentes nos episódios VI,
VII, IX , X, XI, além de ser reproduzido na íntegra em Final
Fantasy Tactics e Tactics Advance.
Com um elenco pequeno, o quinto jogo apresenta seus protagonistas logo no início do jogo.

Originalmente, esse jogo estava com lançamento previsto para
os EUA na forma de Final Fantasy III, mas a sexta versão estava
muito próxima de ser lançada o que dividiria o trabalho
dos tradutores.
Depois a SquareSoft tentou relançar o jogo nos EUA
com o título Final Fantasy Extreme em 1995, mas foi cancelado
porque a Square não queria atrasar o lançamento de Chrono
Trigger e também porque julgavam que o público americano não
iria gostar de ver um jogo pior que FFVI. Em 1997 a Eidos se
prontificou na produção do jogo para PC caso FFVII vendesse
bem, o jogo seria feito pela Top Dog Software e seria vendido
a um custo baixo, mas o projeto foi cancelado por motivos
desconhecidos. Somente em 1999 ele seria lançado no ocidente
para o Playstation.

Trazendo quatro personagens para as
batalhas, o jogo conta a história de Bartz e seu amigo Boko
que encontram um meteoro que caiu no planeta. Chegando no
local eles conhecem Reina,uma princesa que está atrás de seu
pai, e Galuf, um velho que perdeu a memória.

No decorrer da
trama eles conhecem Faris, o líder dos piratas que se torna
parte da equipe e desenvolve um papel fundamental durante o
jogo. Juntos, eles partem para encontrar o pai de Reina, o rei Tycoon
que foi em busca do motivo pelo qual os ventos pararam.

Este game foi avançado demais
para ser lançado no Wonderswan Color. Foi também o primeiro
a botar chefes opcionais mais fortes quanto o chefe final, eram
eles Omega e Shinryu.








Plataformas: Super Famicom, Playstation, Game Boy Advance (breve)
Lançamento Japonês: 1994 (2 de Abril)
Lançamento Americano: 1994 (11 de Outubro, como FFIII), 2002 (17 de Maio, em FF Anthology)

Um dos enredos mais
épicos, ousados e bem feitos da Squaresoft. FFVI foi um dos
jogos da saga que mais marcaram o jogador através de um
elenco de protagonistas com personalidades sinceras e bem
trabalhadas.

Foi dirigido por Yoshinori Kitase e Hiroyuki Itou,
músicas por Nobuo Uematsu e design de personagens por
Yoshitaka Amano.

Final Fantasy VI foi o terceiro jogo da série a
ser lançado nos EUA. Como resultado disso, o jogo ficou
conhecido no ocidente por Final Fantasy III. Várias mudanças
aconteceram na versão americana, inclusive censura de
gráficos femininos e linguagem inapropriada. Ele foi o último
jogo da série a ser lançado para Super Famicom, um remake de
FFVI foi lançado para Playstation anos depois em versão
americana, agora com o número certo, FF VI .

Segundo
a história do jogo, um Império bélico está tentando
ressuscitar a magia dos deuses, extinta há 1000 anos depois
da guerra dos Magi. O imperador Gestahl encontra uma garota capaz
de utilizar poderes místicos. Com a ajuda do onibus Locke,
a garota escapa do Império e, juntos, com o grupo rebelde Returns,
travam um conflito arrasador contra o império de Kefka que se
torna o grande vilão após sua traição.

Essa é sem
dúvida uma das maiores tramas da série Final Fantasy, Kefka é
um dos vilões mais amado ou odiado dos fãs, muito antes do
queridinho Sephiroth dar as caras.

Final Fantasy VI
foi o começo de uma era em que Final Fantasy passou a ter
enredos cada vez mais cinematográficos e sérios. Foi aqui que
futuros gênios da empresa tiveram mais destaque, Tetsuya
Nomura começou a criar personagens mais ativamente a partir
de FFVI, ele criou Setzer e Shadow.

Os temas adultos da
sexta versão não são poucos. Cada personagem tem sua
história, personalidade, fraquezas e virtudes. Eles
amadurecem claramente durante o jogo à medida que encaram
seus medos pessoais e encontram as respostas que procuram. Em
FFVI, temas como genocídio, solidão, moral, suicídio e a
esperança frente ao fim do mundo são abordados constantemente
e enriquecem ainda mais o enredo.

FFVI foi o jogo que implementou a novidade de trocar de personagens ativos durante as batalhas.
e também estreou o Limit Breaker, em que o personagem que estivesse
morrendo poderia ter a possibilidade realizar ataques
arrasadores.

Ele ia ser lançado
para o PC pela Eidos, mas a empresa rompeu com a Square.
Novamente, a Square queria lançar para GBA por que o
WonderSwan Color não agüentaria. Eita portátil chato.


















Plataformas: Playstation, Windows
Lançamento Japonês: 1997 (31 de janeiro)
Lançamento Americano: 1997 (31 de agosto)

A Nintendo teima em
continuar com os cartuchos, difíceis de programar, e a
Square acaba rompendo com ela, abandonado o projeto de FFVII
para o N64 e trazendo-o para o videogame de sua nova aliada, a
Sony. Agora em 3D, a série assume uma postura mais
contemporânea mostrando mundos mais distantes do medieval e
dando novo fôlego ao roteiro dos jogos. Visando fazer enredos
mais cinematográficos e trazer enredos de nível comparável
aos da animação japonesa na época, o Caracter design da série
mudou de Amano para Tetsuya Nomura.

Foi o primeiro FF a ser
desenvolvido para Windows também. Virou um sucesso de critica
e público, fazendo com que a série se tornasse a partir daí,
mundialmente famosa. Depois de FFVII, todo jogo ganhou uma
versão americana e com os números certos, de acordo com o a
numeração original japonesa. A versão para PC foi publicada
pela Eidos, e a versão para Playstation lançada pela Sony foi
bastante criticada por conter vários erros gramaticais. A
versão para Windows usava a mesma tradução, no entanto,
vários erros foram corrigidos.

O sistema de jogo
utilizou o bom e conhecido ATB. Mas a inovação ficava por
conta mesmo das chamadas Materias. Esferas mágicas que
continham poderes. Você era capaz de equipar no seu personagem
dando a ele certas magias ou habilidades, o sistema era tão incrível
e complexo ao mesmo tempo, que inúmeras combinações
de Materias eram possíveis, fazendo com que os fãs passassem
horas desenvolvendo estratégias. O Limit Breaker também se
aperfeiçoou, ganhou leveis e ao invés de só ser atingido
quando o personagem está morrendo, ele ganhou uma barra
própria, quando aquela barra enchia, você estava pronto para
usar seu Limit Breaker. As summons foram outro grande marco
do jogo, antes disso, as summons eram legais, fortes, mas nada mais,
a partir de FFVII elas acabam ganhando cada vez mais importância
na série, e cada Summon usada é uma apresentação
cinematográfica que surge na tela. O grande sucesso dessas magias
influenciaria completamente a história de FFVIII e FFIX.

A
versão americana ganhou adicionais, elementos que não
existiam na japonesa, entre os add-ons mais famosos estão o Ruby
Weapon, Emerald Weapon e a possibilidade de lutar com Diamond
Weapon. Devido ao sucesso de Emerald e Ruby, foi lançado no
Japão Final Fantasy VII Internacional. Com as mesmas
alterações da versão americana, e ainda um quarto CD com
bônus sobre jogo.

FFVII da ênfase apenas aos poucos
protagonistas, reservando aos outros personagens jogáveis um
papel um pouco menos importante, apesar disso o jogo traz um
dos vilões mais sensacionais da saga: Sephiroth, o guerreiro
mais forte do planeta que ostentava megalomania e ambições
divinas.

O jogo conta a
história de Clud Strife, um ex-Soldier que se torna um
mercenário trazido por sua amiga de infância Tifa Lockheart
aos membros da AVALANCHE, liderados por Barret Wallace.

Juntos, eles buscam destruir os planos da corporação Shinra,
na qual têm como principal objetivo absorver com seus reatores
a energia Mako. Essa energia é a fonte vital do planeta e de
seus seres vivos.

Em meio a essa disparidade entre as duas
organizações, surge Sephiroth, um outro Soldier da primeira
classe que descobre ser fruto de experimentos e enlouquece.
Sephiroth busca invocar a magia Meteor para destruir o
planeta com o intuito de que toda sua energia seja acumulada
em um único ponto para que ele consiga concentrá-la em si
mesmo. Em contrapartida temos Aeris , uma garota descendente dos
Cetras, e a única capaz de criar a magia Holy para enfrentar
a magia Meteor. FFVII traz um enredo extremamente bem feito,
abusando de complexidade e crises de identidade bem
planejadas. FFVII é considerado também como um dos mais
marcantes pela tragédia que envolve o fim do primeiro CD, a
morte de um dos personagens principais. Há muitas
curiosidades sobre isso, no inicio o game só teria 3
personagens e os produtores estavam em dúvida se seria Aeris
ou Barret o personagem a morrer, até que em uma conversa de
telefônica entre Nomura e Kitase, foi decidido qual seria o
mártir.

Inicialmente FFVII seria relançado para o PS2 junto com FFVIII, mas esse projeto foi cancelado.


















Plataformas: Playstation, Windows
Lançamento Japonês: 1999 (11 de fevereiro)
Lançamento Americano: 1999 (31 de agosto)


O oitavo jogo aposta pesado nos gráficos realistas e acaba com o estilo super deformado que caracterizava a série.

Enquanto
as motivações dos personagens são mais trabalhadas individualmente,
suas histórias acabam apelando muito pouco por sua simplicidade e mais
naturalidade, eles agem como pessoas normais de acordo com suas
personalidades e não são influenciados por tragédias e crises
existenciais. Em contra-partida romance entre Squall e Rinoa é bem
concebido e emocionante.

Foi o segundo Final Fantasy a ser lançado para o Playstation e o segundo lançado para Windows.

Treze
semanas após o lançamento, Final Fantasy VIII já havia rendido 50
milhões a Square, sendo o Final Fantasy a vender mais rápido de todos os
tempos. Ele vendeu mais de 8 milhões de cópias no mundo, tornando-se o
segundo Final Fantasy mais vendido, depois de Final Fantasy VII que já
teria vendido mais de 10 milhões. FFVIII foi votado como vigésimo
segundo melhor jogo pela revista Famitsu no Japão.

O sistema de
jogo mudou praticamente tudo que se conhecia por Final Fantasy. Não
existia mais MP, as magias agora eram como itens praticamente, os limit
breakers mudaram, a experiência das lutas também, o level dos inimigos
mudaria, as summons ficaram mais bem trabalhadas do que nunca fazendo
parte essencial do roteiro. A luta ainda usava o ATB, mas agora aqueles
menus que tínhamos antes nas lutas deram espaço apenas a barra do ATB e
ao HP e nome do personagem. O menu de jogo ganhou cores totalmente
cinzas, sumindo com a foto dos personagens, que só apareceriam na opção
Status.

As lutas agora tinha um sistema único, o sistema de Draw,
onde você podia roubar magias dos inimigos, um sistema bastante
inovador, mas cansativo e alvo de muitas criticas. As mudanças não param
por aí, outro sistema de jogo era o Junction, no qual você equipava
magias nos personagens, uma para cada status, fazendo melhorias em cada
um. O sistema de junction permitia que você ganhasse resistência a
elementos, os absorvesse, ou fosse fraco a eles, também obrigava cada
jogador a aprender sobre a função do status, que até então, aumentavam
automaticamente e ninguém então procurava saber pra que servia LUCK.

Os
inimigos agora acompanhavam o level de seus personagens, se você era
level 10, os inimigos e os chefes, seriam do mesmo level. Isso era
bastante inovador, e fazia com que, mesmo no final do jogo, inimigos
como o Tiranossauro fossem difíceis de enfrentar. O sistema de dinheiro
também mudaria, não se ganhava mais dinheiro após as lutas, mas sim
através de um salário que você ganhava da SeeD, para aumentar o salário
era necessário fazer testes. Muitas pessoas que não sabiam administrar o
dinheiro ou simplesmente fazia todos os testes logo de inicio tinham
problemas com dinheiro em FFVIII.

Em FFVIII era possível andar
de carro pelo mapa e trem, pode parecer estranho, mas era até divertido
andar de carrinho por aí. O sistema de armas também mudou nesse jogo da
série, você não comprava mais suas armas em lojas que COINCIDENTEMENE
vendiam exatamente as armas que cada personagem precisava. Você agora
precisava juntar itens, e fazer “upgrades” em suas armas, a variedade de
armas não é muito grande, mas pode apostar que o visual de cada uma
vale a pena.

Final Fantasy VIII também criou os minigames na
série, a partir daí cada jogo da série contaria com um minigame
principal. Em FFVIII o jogo de cartas triple triad foi o pioneiro.
Três
personagens se destacam nos quatro CDs do jogo: Laguna e seus dois
companheiros Kiros e Ward. Eles aparecem de forma misteriosa aos
protagonistas através de sonhos onde suas historias cômicas e trágicas
são contadas. O vilão Seifer não chega aos pés de Kefka ou Sephiroth mas
também mostra características bem interessantes, rivalizando do inicio
ao fim com Squall..

Esse jogo foi também o primeiro a receber uma
música tema cantada, lançada como single no Japão para divulgar o jogo,
a Eyes On Me. Ela e a ópera em latin, Liberi Fatali ajudaram a fazer de
FFVIII um dos jogos da série com a trilha sonora mais cultuada pelos
fãs. Vale lembrar que FFVII já apresentava uma Opera em latin e até
Final Fantasy VI tinha uma musica cantada reproduzida em Mode7.

Na
história, Squall Leonheart é aluno da Balamb Garden, uma escola em
forma de aeronave que treina guerreiros para enfrentar as mais diversas
situações e inimigos. Cada guerreiro passa por um teste de graduação
para se tornar membro do grupo de elite chamado SEED. Squall é rival de
outro aluno que treina junto com ele, Seifer, a ambos são especialistas
com Gunblade, umas espécies de espada-revólver. Seifer, por ter um certo
ódio de Squall, une-se a Edea, uma feiticeira que está sendo controlada
pela bruxa Ultimécia, vilã do jogo.

O herói tímido conhece
Rinoa, líder dos Fores Ows, uma organização da cidade de Timber que
tenta se livrar de Galbadia. Juntos além de desafios e situações da mais
variáveis, os dois acabam tendo um romance nunca antes abordado assim
em um Final Fantasy.

6













Plataformas: Playstation
Lançamento Japonês: 2000 (7 de julho)
Lançamento Americano: 2000 (14 novembro)

Desenvolvido ao
mesmo tempo em que o oitavo o jogo e por outro estúdio da
Square, FFIX quase não recebeu o nome “Final Fantasy”. FFIX
traz de volta Amano como Caracter Design e apostando na
antiga mitologia dos primóridos da Square revivendo a
nostalgia dos rpgs medievais, um dos exemplos disso são
figuras como o antológico Mago Negro na forma de Vivi
Ornitier. Final Fantasy IX trouxe de volta elementos que já
estavam na saudade de muitos fãs da série como os personagens
em SD. Quem conheceu FF na série Playstation costuma considerar
esse o FF mais fraco, mas os fãs de longa data puderam reviver
o ambiente medieval em gráficos completamente 3D.

O
sistema do jogo é bastante simples, com alguns elementos de
Final Fantasy IV perceptíveis. Uma das inovações seria a
combinação de ataques entre o personagem Vivi e Steneir,
fazendo ataques mágicos de espada. As magias de Black Mage de
Vivi atingiam a espada de Steneir provocando um poderoso ataque
mágico. A única coisa ruim do jogo talvez seja o fato de
que, se você quer um personagem black mage, você TEM que usar
o Vivi, ou um Dragooner, tem que ser Freya. A customização
de personagens fica bastante limitada. No entanto as combinações
das habilidades podem fazer cada personagem ser único. Você
podia comprar armas nas lojas, ou fazê-las através de itens,
igual a FFVIII. Cada arma tinha habilidades dentro dela que poderiam
ser ganhas conforme você lutava. Após adquirir a habilidade,
você poderia usá-la sem precisar da arma.

O sistema
de Limit Break deu espaço ao Trance, é quase a mesma coisa,
com a diferença de que seu personagem ganhava uma cor meio
rosada, e suas roupas enrijeciam. Como chapéu de Vivi caído
ficava err.... duro...

Ele trouxe outra inovação o Active Time
Events, ATE. Com isso você podia ver o que estava
acontecendo com outro personagem enquanto acontecia algo ao
mesmo tempo com o personagem pricipal. É bastante
interessante, mas meio inútil, tirando as situações cômicas
dos personagens muitas vezes em que se podia vê-los, uma vez
que a maioria dos ATE eram opcionais.

Havia também um sidequest
bem maluco, o Mognet, você servia de carteiro para os
Moogles que supostamente já eram carteiros. É uma side quest
do jogo para aqueles que adoram ficar horas para completar
tudo do jogo, esse era um dos desafios, encontrar todos os
mogs e entregar suas cartas.

Final Fantasy IX apela
principalmente para a platéia nostalgica, que reconhecerá
diversos temas antigos da série (moogles, magia azul, magos
brancos e negros, ambiente medieval, entre tantos outros).

Sem uma campanha de marketing forte FFIX teve um desempenho fraco nas
vendas. O lançamento do esperado Dragon Quest VII pode também
ser considerado uma das razões de 'apenas' dois milhões
de unidades vendidas. Mas a verdade é que a Square não
queria um sucesso de vendas nem impressionar os jogadores como fez com
FFVII e FFVIII. FFIX foi um “presente” aos fãs por
parte da Square, um projeto que acabou indo para frente por diversas
circustancias, levando o nome Final fantasy, e se despedindo da
era 32 bits.

O game conta a história de Zidane, um onibus do grupo Tantalus que trabalha para o Reino de Lindblum.

Junto com o seu grupo, Zidane recebe a missão de capturar a princesa
Garnet do Reino de Alexandria. No entanto, capturá-la não
chega a ser uma tarefa complicada porque Garnet está tentando
fugir do castelo.

Ao lado da princesa temos Steneir, o
fiel cavaleiro. Depois se juntam ao grupo o Black Mage Vivi
que busca respostas de sua origem, a White Mage e Summoner
Eiko, e ainda Amarant, Quina e Freya. Dessa vez o vilão é
Kuja, um aliado da rainha de Alexandria e mãe adotiva de
Garnet que buscam o controle total dos reinos.

Na medida em que
o jogador avança no jogo, Zidane descobre sua origem e a
raíz do mal no mundo, na forma de Kuja. Ele estava
manipulando a rainha para destruir não apenas Zidane, mas todo
o planeta, para que assim pudesse acabar com os planos bastante
maníacos de seu criador Garland.

Semelhante a FFVII e
FFVIII, FFIX também seria relançado para o Ps2, mas como já
dito, o projeto foi engavetado.







Plataformas: Playstation 2
Lançamento Japonês: 2001 (19de julho)
Lançamento Americano: 2001 (20 de dezembro)


O primeiro jogo para Playstation 2 revolucionou
bastante, foi o primeiro a apresentar vozes e ambientes
renderizados em tempo real. Lançado em 2001, está entre os 20
maiores jogos de todos os tempos com mais de 7 milhões de
cópias vendidas. É o primeiro jogo da série a ter expressões
faciais realistas. E é o primeiro Final Fantasy a ter uma
seqüência direta: Final Fantasy X-2.

O sistema de
jogo é baseado por turnos, não existe mais a barra de ATB (já
estava ficando velha mesmo). Utiliza visão em terceira
pessoa como todos os outros jogos da série. O tradicional
sistema de experiência foi cortado, e assim como em FFII, não
existem leveis. O personagem evolui segundo um caminho que ele vai
traçando em uma esfera em FFX chamada Sphere Grid, parece
complicado no inicio, mas é muito simples mesmo os mais novos
jogadores vão entender rapidamente. Com isso, era possível
fazer com que, no decorrer do jogo, o personagem cruzasse o
caminho de outro, e por conseqüência ganhasse suas magias. No
entanto é muito difícil e demorar fazer um personagem passar
por toda a esfera.

O mapa mundi não existe mais, uma tradição
desde FFI acabou, o mapa agora é real, você precisa passar
por tal lugar para chegar em tal lugar. Isso deixou o jogo
muito linear, e as criticas foram muitas. Ao mesmo tempo
deixava maiores emoções, ao invés de você ficar sobrevoando
um mini mundo onde o personagem era do tamanho da casa.

O sistema de batalha agora permite que você utilize todos os
personagens em uma única batalha, podendo trocá-los a hora
que quiser durante a luta. Além disso, o Limit Break e o
Trance deram lugar para o novo Overdrive, um novo nome para
uma velha fórmula. Overdrive não possuiu grandes diferenças
do antigo Limit Break, mas agora, toda vez que você usar um
Overdrive, você precisará executar comandos, seqüência de
botões, girar o direcional analógico entre outras coisas.

O sistema de Sphere Grid onde cada personagem possui um caminho
próprio, é dividido também como Jobs, Yuna anda por caminhos
de White Mage, enquanto Lulu encontrá magias de Black Mage em
seu. Existem chaves que podem ser usadas para liberar mais
caminhos para cada personagem, é isso que faz com que cada um
possa andar para onde quiser, se não, apenas seguirá o seu
caminho até terminar. Kimahri é o único personagem que não
possuí um caminho específico. Para andar nas Sphere Grid,
seus personagens recebem AP. Com esses pontos você deve caminhar
pelo tabuleiro da esfera.

Foi o primeiro FF com
visual homogêneo, inclusive até mesmo nas cgs, batalhas e nas
partes interativas, deixando o game ainda mais real. É o
visual mais extravagante e exuberante já criado por Tetsuya
Nomura. O jogo conta a história de Tidus, um rapaz que acaba
transportado para uma época 1000 anos em sua frente quando
sua terra natal esta destruída, a narrativa é bem frenética e
acompanha os acontecimentos com as perspectivas de quem já
sabe de toda a história.

FFX teria conexões online com a Playonline (rede da
Square) onde o jogador poderia baixar Faqs e dicas do jogo,
aos poucos isso foi deixado pra traz no projeto, antes o game
também teria duas versões, sendo a segunda com 2DVDs e áudio
superior.


Existem mais FF para saber mais visitem o link abaixo!




FONTE:
Final Fantasy Brasil



























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